Bandida, eu? Imagina...
Tem muita gente que se preocupa com a opinião dos
outros e esquece de perguntar a si mesmo o que acha das coisas ou se determinada
ação vai ser boa ou não para si. Esse tipo de pessoa acaba agindo como acha que
os outros querem e esquece de fazer o que quer de verdade. Acaba comprando
a roupa da moda, sem poder pagar por ela. Compra o aparelho eletrônico de
última geração, mesmo que ele não sirva para os
seus propósitos básicos e acabe criando mais um problema do que uma
solução.
Têm também aquelas pessoas que julgam as people aí do começo, achando
que são "fodonas" e estão cagando e andando para opinião dos outros, quando na
verdade são apenas vítimas dessa sociedade consumista e cheia
de estereótipos, em que cada personagem tem voz e vez, seja o maria vai
com as outras ou o rebelde sem causa. Eu, que tenho opinião para tudo e sou mais teimosa que uma porta - Sô sincera! - digo que o bom da vida é ser feliz,
seja comprando o celular da moda que vai ligar e mandar mensagem tanto
quanto o tijolão do vovô, ou dizendo pro mundo se fo#@$ com sua opinião preconceituosa
e cheia de meias verdades.
A vida real é uma batalha diária, em que escolhemos nossos
personagens de acordo com o nosso estado de ânimo. Pelo menos de uma coisa eu
tenho certeza, é de que eu não sou bem certa e de que minha opinião pode muito bem
servir de papel higiênico para alguém - pois é, hoje tô rebelde -, mas eu não
deixo de dar ela, porque enquanto eu viver, estarei formando conceitos e
opiniões sobre os temas em voga. E pobre de quem fingi não ter opinião,
porque vai estar sempre preocupado em agradar alguém ou em estar de acordo com
a última moda, mesmo que ela mande colocar uma melancia na cabeça e dançar
o cancã pras people. Hoje eu tô bandida!
PS: é bom falar o que se pensa, né?
Por Daiane Santos


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